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         Próximos Eventos

  

  • V Conferência Sulamericana de Contabilidade Ambiental (CSCA) ocorrerá na UnB em 29 e 30 de junho próximos. Mais informações aqui.

 

  • Seminário do Prof Ian Thomson (University of Birmingham) e demais eventos na Winter Working Week – 03 a 07 de julho – FEA RP

    Informações e inscrições: aqui.

 

Agenda Defesas

  • Matheus da Costa Gomes Open or Close

    Data: 23/06/2017, às 15:00
    Local: Sala 43 do bloco B2 da FEA-RP
    Título: Ocorrência de equity market timing na decisão de emissão primária de ações (IPO e Follow-on) no mercado de capitais brasileiro
    Autor (a) : Matheus da Costa Gomes

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente/Orientador)
    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA-SP)
    Prof(a). Dr(a). Wilson Toshiro Nakamura  (Universidade Presbiteriana Mackenzie - UPM-SP)
    Prof(a). Dr(a). Fabiano Guasti Lima  (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto FEA-RP-SP)

    Resumo: GOMES, Matheus da Costa. Ocorrência de equity market timing na decisão de emissão primária de ações (IPO e Follow-on) no mercado de capitais brasileiro. 2017. 137 p. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2017.

    De acordo com a teoria de equity market timing, as companhias tendem a emitir ações ou dívidas de modo a explorar janelas de oportunidade e esse comportamento é um determinante significativo da estrutura de capital das empresas, reflexo das decisões de financiamento. Com base nessa assertiva e nas evidências recentes, esta dissertação investiga a ocorrência de equity market timing na decisão de emissão primária de ações (IPO e Follow-on) no mercado de capitais brasileiro. Em um primeiro momento, analisaram-se os determinantes da estrutura de capital das companhias brasileiras, com base em variáveis comuns na literatura: índice market-to-book, tamanho, tangibilidade, rentabilidade e setor. Mais tarde, para averiguar a existência do comportamento de market timing na decisão de emitir ações, utilizou-se a relação dos retornos anormais, antes e após a emissão, com o volume total de capital levantado por meio da oferta desses títulos, além da quantidade de ações que a empresa emitiu e o preço inicial de negociação, medidas relativas utilizadas por Alti (2006). A amostra analisada leva em conta características setoriais e compreende 123 empresas de capital aberto que emitiram novas ações na BM&FBOVESPA entre 2004 e 2015, somando 165 emissões primárias durante esse período. Foram utilizadas análises descritivas de dados, testes de diferença de médias e regressões lineares para prover evidências da ocorrência desse fenômeno. Os resultados indicam que mais da metade das emissões de ações no Brasil ocorre nos meses que antecedem o prazo máximo de divulgação dos demonstrativos contábeis das empresas, e que 75% das emissões aconteceram depois de retornos anormais positivos. Ademais, as empresas que tiveram retornos anormais negativos depois da emissão de ações foram as que captaram mais recursos por essa via de financiamento, indo a favor da prática de equity market timing na decisão de emissão de ações no mercado brasileiro. Destaca-se, ainda, a constatação de que esse comportamento oportunista está mais claramente ligado à oferta inicial de ações (IPO), ou seja, quando a empresa utiliza essa fonte de financiamento pela primeira vez do que quando a emissão é subsequente (Follow-on), além das evidências de que o setor tem papel importante no comportamento de market timing dos gestores, indicando que as empresas de um mesmo ramo setorial tomam decisões semelhantes com a finalidade de explorar janelas de oportunidades possivelmente relacionadas aos seus respectivos setores.
    Palavras-chave: Finanças corporativas. Estrutura de capital. Equity market timing. Comportamento de market timing. Janelas de oportunidade.

  • Luana Zanetti Trindade Open or Close

    Data: 29/06/2017, às 14:00
    Local: Sala da Congregação, bloco A da FEA-RP
    Título: Percepção das ações de cocriação de valor em cooperativas agropecuárias
    Autor: Luana Zanetti Trindade

    Banca: Prof(a). Dr(a). Amaury José Rezende (Presidente)
    Prof(a). Dr(a). Diogenes de Souza Bido (Universidade Presbiteriana Mackenzie - UPM)
    Prof(a). Dr(a). Jorge Eduardo Scarpin (Universidade Federal do Paraná - UFPR)
    Prof(a). Dr(a). José Alonso Borba (Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC)
    Prof(a). Dr(a). Roberto Max Protil (Universidade Federal de Viçosa - UFV) - videoconferência
    Prof(a). Dr(a). Rodrigo Paiva Souza (FIPECAFI - Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras)

    Resumo: Esta pesquisa avalia a percepção dos cooperados em relação às ações de cocriação de valor oferecidas pela cooperativa e se as características do cooperado e da cooperativa impactam na percepção. Para avaliação, desenvolveu-se um modelo de mensuração da percepção da cocriação de valor das atividades desenvolvidas pela cooperativa e analisa-se a relação entre a percepção das ações de cocriação de valor desenvolvidas pela cooperativa e as características do cooperado. O método de pesquisa usado foi a aplicação de um questionário aos membros de uma cooperativa agropecuária de café e, para testar o modelo proposto, usou-se o método Partial Least Square (PLS). As ações de cocriação de valor, profissionalização da gestão, satisfação e fidelidade e orientação temporal dos cooperados foram medidos tendo como base a percepção dos cooperados. A amostra teve 204 respostas válidas. Os resultados da análise descritiva indicam que os cooperados percebem mais valor nas atividades do processo produtivo de café, operados pela cooperativa aos seus cooperados em forma de ações operacionais, do que nas atividades fim. Os resultados do modelo demonstram uma associação significativa entre satisfação e fidelidade e percepção das ações de cocriação de valor e uma associação positiva entre orientação temporal dos cooperados e percepção das ações de cocriação de valor, ou seja, a percepção dos benefícios gerados pela organização com ações de cocriação de valor pode ser influenciada pelo horizonte temporal do cooperado e pelo nível de satisfação e fidelidade. Os dados também indicam que a variável latente profissionalização da gestão apresentou, como principal indicador, a satisfação e fidelidade. Também foi feita uma análise complementar de sensibilidade para verificar se as características dos cooperados tornam o grupo homogêneo ou heterogêneo. Foi possível observar que há heterogeneidade na percepção dos cooperados em relação às características de tamanho da propriedade rural, nível de escolaridade, tempo de associação e endividamento. As principais contribuições deste trabalho foram o desenvolvimento de um instrumento para mensuração do nível de percepção das ações de criação de valor, bem como a investigação empírica sobre a relação desta com as demais variáveis. Como implicações práticas tem-se que os resultados das ações de criação de valor com características de inovação (cocriação de valor) tendem a ser percebidos no longo prazo e influenciados pelas características específicas dos cooperados.

  • Lívia Maria Lopes Stanzani Open or Close

    Data: 07/07/2017, às 14:00
    Local: Sala da Congregação, bloco A da FEA-RP
    Título: A preditibilidade dos métodos de apresentação das despesas na DRE
    Autor: Livia Maria Lopes Stanzani

    Banca: Prof(a). Dr(a). Silvio Hiroshi Nakao (Presidente)
    Prof(a). Dr(a). Bruno Meirelles Salotti (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - videoconferência
    Prof(a). Dr(a). Roberto Carlos Klann (Universidade Regional de Blumenau - FURB) - videoconferência
    Prof(a). Dr(a). Luiz Felipe de Araújo Pontes Girão (Universidade Federal da Paraiba - UFPB)

    Resumo: O objetivo deste estudo é verificar se a apresentação das despesas por função na DRE proporciona menor capacidade preditiva aos usuários, especialmente aos analistas de mercado, comparada à apresentação das despesas por natureza. O CPC 26 permite duas formas de apresentação das despesas na DRE, função ou natureza, o que é caracterizado como uma escolha contábil de apresentação. No entanto, se a empresa optar pela divulgação por função, deve apresentar, também, a informação por natureza em nota explicativa, dado que essa informação apresenta capacidade preditiva, segundo o IASB. No Brasil, a lei 6.404/76 induz a maioria das empresas a divulgar as despesas por função, o que torna a informação por natureza disponível, também, para a maioria das companhias. Existem estudos que analisam como os critérios de mensuração e reconhecimento afetam a capacidade preditiva da informação divulgada. Outros trabalhos sugerem que as escolhas contábeis de reconhecimento e mensuração podem interferir na acurácia das projeções dos analistas de mercado. Entretanto, a forma como a escolha de apresentação dos itens na DRE interfere na capacidade preditiva dos usuários, especialmente para os analistas de mercado, não está suficientemente clara na literatura. Mais especificamente com relação à forma de apresentação das despesas, não se sabe se a escolha de um método em detrimento de outro pode impactar a qualidade da informação para o usuário. Então, foram analisadas 54 empresas brasileiras de capital aberto, pertencentes a seis setores da BOVESPA, durante um período de cinco anos, por meio da utilização de análise de dados em painel. De um modo geral, os resultados sugerem que a informação por natureza é mais preditiva para o usuário e que os analistas podem errar menos em suas projeções de resultado com o uso da informação sobre despesas apresentada por natureza, dado que esta informação é disponibilizada em nota explicativa nos demonstrativos contábeis das companhias brasileiras. Assim, o estudo traz evidências de que a escolha da forma de apresentação das despesas na DRE não é indiferente para o usuário, já que pode afetar a sua capacidade de predizer fluxos de caixa futuros. Além disso, como contribuição prática, espera-se mostrar que os analistas podem melhorar a acurácia de suas previsões ao utilizarem o método de apresentação das despesas por natureza para realizar suas projeções, especialmente quando analisam empresas com alto nível de custos fixos.

  • Vinícius Medeiros Magnani Open or Close

    Data: 07/07/2017, às 15h30
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Análise do impacto da política de hedge na redução do conflito de agentes no Brasil
    Autor: Vinícius Medeiros Magnani

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (Presidente)
    Prof(a). Dr(a). David Ferreira Lopes Santos (Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho - UNESP)
    Prof(a). Dr(a). Fernanda Finotti Cordeiro Perobelli (Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF) - videoconferência/skype
    Prof(a). Dr(a). Claudio Ribeiro de Lucinda (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA/RP

    Resumo: Dado o recente cenário econômico brasileiro, caracterizado por incertezas políticas e instabilidades econômicas, é essencial que as empresas engajem uma política de hedge, como parte de sua política financeira, com o objetivo de evitar que seus resultados sejam afetados por fricções de mercado. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo verificar o impacto da política de hedge sobre os custos de agência das empresas brasileiras. Os resultados obtidos foram de encontro com a literatura sobre hedge e custos de agência, foi encontrado que quanto maior a utilização do hedge, menor são os custos de agência enfrentados pelos acionistas. Essa relação demonstra que ao engajar a utilização do hedge na política financeira da empresa, o gestor passa a minimizar os impactos das fricções de mercado, e reduz as perdas residuais que os acionistas sofreriam em suas riquezas, caso o gestor não engajasse a política. Ainda, conforme sugerido por Dadalt, Gay e Nam (2002), outro benefício encontrado nesse resultado, é que ao reduzir os impactos das fricções de mercado nos lucros da empresa, o gestor informa aos stakeholders, um lucro que demonstra melhor a performance da companhia, assim credores e investidores podem tomar melhores decisões referentes aos contratos com a empresa, com base em um lucro que contém menor informação assimétrica. Dessa forma, a utilização da política de hedge pode aliviar problemas relacionadas a seleção adversa entre a empresa e seus stakeholders.

  • Alexandre José Negrini de Mattos Open or Close

    Data: 28/06/2017, às 13:30
    Local: Sala da Congregação, bloco A da FEA-RP
    Título: Maximização da utilidade esperada, planejamento tributário e governança corporativa
    Autor: Alexandre José Negrini de Mattos

    Banca: Prof(a). Dr(a). Amaury José Rezende (Presidente)
    Prof(a). Dr(a). Alfredo Sarlo Neto (Universidade Federal do Espírito Santo - UFES) - videoconferência
    Prof(a). Dr(a). Henrique Formigoni (Universidade Presbiteriana Mackenzie - UPM) - videoconferência
    Prof(a). Dr(a). Guilherme Adolfo dos Santos Mendes (Faculdade de Direito de Ribeirão Preto - FDRP)

    Resumo: Esta pesquisa examinou se a tomada de decisão dos agentes considera os custos e benefícios do planejamento tributário e se boas práticas de governança corporativa reduzem o engajamento dos gestores na prática de planejamento tributário. Adicionalmente, investigouse a relação entre utilidade esperada/valor esperado do planejamento tributário e o endividamento das empresas. Para mensurar se a prática do planejamento tributário tem relação com a maximização da utilidade esperada do agente, desenvolveu-se um modelo baseado na proposta de Alligham e Sandmo (1972), segundo a qual, a prática do planejamento tributário está relacionada a uma análise econômica dos custos e benefícios desta ação. As premissas utilizadas foram o período de 13 anos de discussão administrativa e judicial do débito tributário, correção do débito tributário, custo de capital de terceiros e encargos de 100% do valor do tributo (multa, juros e honorários advocatícios). Os resultados foram expandidos para diversos cenários de tempo (períodos de 8, 13 e 18 anos), encargos de 50%, 100% e 150% e variável dependente calculada com base nos valores registrados como passivos contingentes (notas explicativas), contingências fiscais prováveis (reconhecida nas demonstrações contábeis), e soma de ambas. Além disso, as análises foram feitas em nível (nominal escalonada pelo ativo total) e logaritmo. A amostra pesquisa foi composta pelas empresas brasileiras de capital aberto que fizeram parte do índice IBrX100 no período de 2008 a 2015. As análises empíricas confirmam que na maior parte dos casos a utilidade esperada do agente (valor esperado) é positiva, indicando que a tomada de decisão sobre a prática de planejamento tributário é fruto da maximização da utilidade esperada do agente, o que pode explicar os elevados números registrados de provisões e passivos contingentes nas demonstrações financeiras e notas explicativas das empresas. Além disso, identificou-se que regras rígidas de governança corporativa possuem correlação negativa com a utilidade esperada do agente, podendo ser considerada como um desincentivo à prática de planejamento tributário. As variáveis endividamento e intensividade do capital (CAPEX) apresentaram correlação negativa com a utilidade esperada ou o valor esperado do planejamento tributário. A utilização de um modelo para avaliação da utilidade esperada/valor esperado do planejamento tributário pode contribuir para a melhor compreensão desse fenômeno e para a proposição futuras de políticas públicas.

Agenda Qualificações

  • Mariana Titoto Marques Open or Close

    Data: 26/06/2017, às 11h00

    Local: Sala 43, do bloco B2 da FEA-RP
    Título: "IFRS x BACEN GAAP: Value Relevance das informações contábeis das instituições financeiras do Brasil"
    Autor (a) : Mariana Titoto Marques

    Banca: Prof(a). Dr(a). Flávia Zóboli Dalmácio  (Presidente/Orientador (a))
                Prof(a). Dr(a). Fernando Dal-Ri Murcia (FEA-SP) skype
                Prof(a). Dr(a). José Elias Feres de Almeida (UFES) skype

  • Marcelo Ferreira da Silva Open or Close

    Data: 11/07/2017, às 09h00

    Local: Sala 43, do bloco B2 da FEA-RP
    Título: "Uma estratégia para avaliação de competências no ensino de ciências contábeis"
    Autor (a) : Marcelo Ferreira da Silva

    Banca: Prof(a). Dr(a). José Dutra de Oliveira Neto (Presidente/Orientador (a))
                Prof(ª). Dr(ª). Edgard Cornacchione Junior (FEA-SP)skype
                Prof(ª). Dr(ª). Edvalda Araújo Leal (UFU) skype

  • Júlia Peres Tortoli Open or Close

    Data: 12/07/2017, às 17h00

    Local: Sala 43, do bloco B2 da FEA-RP
    Título:"O efeito da adoção das IFRS no nível de caixa das empresas Latino-Americanas: um estudo envolvendo qualidade da informação contábil e custo de capital"
    Autor (a) : Júlia Peres Tortoli

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (Presidente/Orientador (a))
                  Prof(a). Dr(a). Hsia Hua Sheng  (FGV-SP) skype
                  Prof(a). Dr(a). Edilson Paulo (UFPB-PB) skype