Como acontece a pesquisa no programa?

O aluno, ao entrar no curso de mestrado, realizará uma pesquisa suportada e apoiada em toda expertise do corpo de professores que faz parte do mestrado. As pesquisas de doutorado já contam com mais autonomia por parte do discente, mas ainda assim associadas aos projetos vigentes no programa.
Nosso mestrado estrutura a pesquisa em torno de Grupos de Pesquisa e Projetos Transversais. Tais projetos são iniciativas de pesquisa conjunta de docentes, para responder determinada questão que é social e economicamente relevante. Em torno destes projetos orbitam os centros e núcleos de pesquisa e os projetos individuais de docentes e de alunos.
Tudo no Programa é organizado para convergir à formação de pesquisadores que podem contribuir nestes Projetos Transversais, e atuar nos centros de pesquisa de forma a ter uma verdadeira experiência de pesquisa, de forma colaborada. A aderência a centros de pesquisa confere ao aluno a oportunidade de compartilhamento de referencial teórico, experiências, softwares, métodos e dados. Portanto, o Programa está estruturado em torno de projetos transversais, e seus respectivos projetos individuais.

 

Como o candidato deve escolher um projeto de pesquisa?

Os candidatos brasileiros ou estrangeiros que iniciam suas pesquisas no nosso mestrado ou doutorado, ou mesmo professores de outros centros realizando um pós-doutoramento no Brasil, aderem aos grupos e núcleos em torno destes projetos transversais.
O aluno, na entrada do curso, é incentivado a aderir aos projetos dos grupos de pesquisa. Isto pode ser feito escolhendo um, entre os projetos ofertados por docentes todo ano, para realizar no seu mestrado. A lista de projetos é publicada no site. Estes projetos são partes de iniciativas de pesquisas maiores, fazendo parte dele o aluno tem oportunidade de colaborar e viver o ambiente de pesquisa.
Os alunos também podem propor temáticas isoladas, de interesse próprio, neste caso, este deverá ser aceito por um dos orientadores nos primeiros 6 meses do programa.

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

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    Defesa de dissertação de Mestrado:
    Área:    Controladoria e Contabilidade
    Data:    27/11/2019, às 08h30 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Ações discricionárias em cooperativas de crédito: aplicações da Lei de Benford
    Autor: Ricardo Theodoro

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Carlos Alberto Grespan Bonacim (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Alessandro Gustavo Souza Arruda (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS)

    Prof(a). Dr(a). Mateus de Carvalho Reis Neves (Universidade Federal de Viçosa - UFV) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Eugênio José Silva Bitti (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Trabalhos anteriores verificaram a presença de gerenciamento de resultados em cooperativas de crédito para income smooth utilizando regressões como técnica de identificação. Com isso, este trabalho buscou ampliar estas pesquisas verificando se existem cooperativas de crédito singulares que praticam ações discricionárias que divergem do padrão do setor através da utilização de uma técnica chamada Lei de Benford. Para isso, a Lei de Benford foi aplicada à todas as cooperativas de crédito singulares do Brasil no período de 2006 à 2017, para as contas Receita Operacional, Despesa, Caixa e PCLD. Dado o surgimento das Resoluções nº 4.434 e nº 4.454 em 2015 que dispõem, respectivamente, sobre a contratação de gestores e auditoria independente em cooperativas de crédito, foi realizado primeiro um recorte no período 2014 à 2017 e depois recorte destes quatro anos individuais. Os resultados apontam que a aplicação da Lei de Benford para um conjunto longo de períodos não captura variações no tempo, uma vez que determinadas ações discricionárias, como gerenciamento de resultados, tem como premissa o retorno do valor real em períodos futuros. Quando aplicado em anos individuais, é observado a presença de possíveis ações discricionárias que estejam fora o padrão normal das cooperativas de crédito. Embora o número de cooperativas presentes nos valores que mais destoam da Lei de Benford (que indicaria maior probabilidade de discricionariedade fora do padrão), o número de cooperativas que se repetem nas contas aumentou com o passar do tempo, apesar de minimamente. Estes resultados podem ser um indício de que as Resoluções nº 4.434 e nº 4.454 estejam contribuindo para que as cooperativas de crédito se adéquem ao padrão do setor.

Atualização do site

  • Atualizado em: 14 Novembro 2019, 21:34:12.