Novidades

         Próximos Eventos

  

  • Projeto Diálogos com a Comunidade:

25/10/2017 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres na FEA-RP. A Profa. Dra. Diana Vaz de Lima, docente da UnB e pós-doutoranda, apresentará a palestra Solidez da previdência municipal: responsabilidade de quem? Inscrições aqui. Veja o vídeo convite.

 

29/11/2017 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres na FEA-RP. A palestra será Corrupção, competitividade e concorrência desleal: onde entra a contabilidade e será ministrada pelo doutorando Eduardo de Brito. Inscrições aqui. Veja o vídeo convite.

 

 

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • Thiago Botta Paschoal Open or Close

    Prezados(as) Senhores(as),


    Seguem informações a respeito de defesa de dissertação de mestrado agendada na FEA-RP:

    Área: Controladoria e Contabilidade
    Data: 10/11/2017, às 14h30
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Endividamento-alvo ou rating-alvo: o que as empresas objetivam?
    Autor: Thiago Botta Paschoal

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Mauricio Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Andrea Maria Accioly Fonseca Minardi (INSPER) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Luiz Paulo Lopes Favero (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)  

     

    Resumo: O presente estudo objetiva investigar a materialidade do rating de crédito sobre as decisões de estrutura de capital, uma vez que diferentes níveis de rating podem representar melhores ou piores condições para a captação dos recursos externos necessários ao financiamento empresarial. A hipótese rating de crédito-estrutura de capital sugere que, após um rebaixamento no rating, as empresas adotem um perfil mais conservador nas decisões de estrutura de capital visando restabelecer as condições que possibilitem a recuperação do rating anterior. Essa relação foi estudada por meio da análise do impacto das reclassificações do rating sobre o balanceamento da estrutura de capital ao nível-alvo de endividamento das empresas não-financeiras listadas nos principais países da América Latina, com algum rating designado no período 2000-2014. Os resultados evidenciam que muitos dos preceitos da hipótese teórica também prevalecem para as empresas latinas, principalmente quando avaliados sob a perspectiva das características institucionais da região.

  • Gabriel Agnesini da Silveira Open or Close

    Área: Controladoria e Contabilidade
    Data: 28/11/2017, às 15h00
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Análise da Teoria da Estocagem sobre a base dos contratos futuros de soja no Brasil
    Autor: Gabriel Agnesini da Silveira

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Elizabeth Krauter (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA/RP)

    Prof(a). Dr(a). Hsia Hua Sheng (Fundação Getúlio Vargas - FGV) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Antonio Sérgio Torres Penedo (Universidade Federal de Uberlândia - UFU) - Skype

     

    Resumo: O presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto das variáveis da “Teoria da Estocagem”, como custo de oportunidade e estoque, sobre a “base” dos contratos futuros de soja negociados na BM&FBOVESPA, para um período de cinco anos e com dados diários, de outubro de 2013 a março de 2017. Foi proposta uma análise semelhante à de Fama e French (1987) a qual verificou o impacto dos custos de oportunidade do capital e de uma proxy para o estoque de soja, visando capturar os custos de estocagem e o benefício de conveniência, derivados da teoria da estocagem. Verificou-se que o custo de oportunidade dos agentes de mercado impacta positivamente a base, da mesma forma, o estoque também impacta de forma positiva a base. Os resultados encontrados estão em conformidade com a teoria de estocagem proposta por Working (1949). Assim, a principal contribuição do trabalho é fornecer à literatura evidências empíricas que sustentem o comportamento da base de soja no Brasil.

  • Laís Manfiolli Figueira Open or Close


    Área: Controladoria e Contabilidade
    Data: 12/12/2017, às 15h00
    Local: Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Impacto do reconhecimento e mensuração a valor justo de instrumentos financeiros sobre a volatilidade do resultado
    Autor: Laís Manfiolli Figueira

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Fernando Caio Galdi (Fundação Instituto Capixaba de Pesquisa em Contabilidade, Economia e Finanças - FUCAPE) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Jorge Katsumi Niyama (Universidade de Brasília - UNB) - Skype

    Prof(a). Dr(a). Alexandre Chibebe Nicolella (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA/RP)

     

    Resumo: Uma crítica que corrobora a não convergência entre o Financial Accounting Standards Board (FASB) e o International Accounting Standards Board (IASB) baseia-se na discordância quanto a mensuração a valor justo de alguns tipos de instrumentos financeiros, pois argumenta-se que essa prática pode aferir volatilidade aos resultados das empresas, o que impactaria o desempenho de suas ações no mercado de capitais. Assim, o presente trabalho propõe-se a verificar se a adoção das International Financial Reporting Standards (IFRS) no tocante a mensuração e reconhecimento dos instrumentos financeiros, mais especificamente para o grupo classificado em “Ativos e Passivos Financeiros Mensurados a Valor Justo por meio do Resultado”, levou a uma maior volatilidade dos resultados contábeis. Para isso, optou-se por analisar o caso brasileiro, porque tal país passou pelo processo de Full Adoption das IFRS. Desse modo, adotou-se testes estatísticos que analisaram a diferença entre as variâncias dos lucros líquidos que consideram instrumentos financeiros avaliados a valor justo e a custo histórico amortizado, no período entre 2010 e 2016, das empresas brasileiras de capital aberto não financeiras e bancos com maior Presença em Bolsa. Após analisar o efeito dos ganhos e perdas não realizados, oriundos do ajuste a valor justo, de instrumentos financeiros sob o resultado, constatou-se uma tendência a suavização, redução da volatilidade, dos lucros líquidos, tanto para a amostra de empresas não-financeiras quanto para a de bancos, e não de aumento da volatilidade como era argumentado por alguns críticos a adoção do valor justo. Essa tendência pode apresentar um impacto positivo na avaliação dessas empresas pelo mercado de capitais e por seus credores, já que tais usuários primários da informação contábil apresentam uma preferência por lucros consistentes ao longo do tempo, devido a sua aversão ao risco.