O curso de doutorado visa contribuir para o desenvolvimento da ciência por meio da preparação de pesquisadores de alto nível. Ele começa no mês de março. Incentiva-se fortemente o doutorado sanduíche.


Objetivo: Formar pesquisadores e líderes com capacidade de antecipar soluções para o
desenvolvimento da ciência.

Título concedido: Doutor em Ciências – Programa de Controladoria e Contabilidade.

Egresso: Profissionais habilitados para atuarem em instituições de pesquisas, de ensino, no controle e gestão de entidades privadas, públicas e não governamentais.

Linhas de Pesquisa: a) Contabilidade Financeira e Finanças e b) Instituições e Eficiência das Organizações. A escolha se faz no processo de inscrição no curso e orienta toda a trajetória do curso.

Duração do curso: A duração máxima do curso é de 48 meses a contar da data de matrícula.

Disciplinas e créditos: São 48 créditos em disciplinas obrigatórias e Optativas. Veja em Disciplinas.

Exame de qualificação: Até o 24º mês o aluno submeterá seu projeto de pesquisa a um exame de qualificação.

Defesa da tese: No final do curso, o aluno deverá ter desenvolvido uma tese que se constitui em uma inovação ao conhecimento até então existente e, que demonstre capacidade de pesquisa, além de habilidades de liderança e exposição de ideias. Durante o curso, o aluno deverá tornar público, por meio de publicação em uma revista científica, o resultado parcial de suas pesquisas.


Veja as normas do Mestrado em: Regulamento do Programa de Controladoria e Contabilidade FEA-RP

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • Ricardo Theodoro Open or Close

    Defesa de dissertação de Mestrado:
    Área:    Controladoria e Contabilidade
    Data:    27/11/2019, às 08h30 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Ações discricionárias em cooperativas de crédito: aplicações da Lei de Benford
    Autor: Ricardo Theodoro

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Carlos Alberto Grespan Bonacim (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Alessandro Gustavo Souza Arruda (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS)

    Prof(a). Dr(a). Mateus de Carvalho Reis Neves (Universidade Federal de Viçosa - UFV) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Eugênio José Silva Bitti (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Trabalhos anteriores verificaram a presença de gerenciamento de resultados em cooperativas de crédito para income smooth utilizando regressões como técnica de identificação. Com isso, este trabalho buscou ampliar estas pesquisas verificando se existem cooperativas de crédito singulares que praticam ações discricionárias que divergem do padrão do setor através da utilização de uma técnica chamada Lei de Benford. Para isso, a Lei de Benford foi aplicada à todas as cooperativas de crédito singulares do Brasil no período de 2006 à 2017, para as contas Receita Operacional, Despesa, Caixa e PCLD. Dado o surgimento das Resoluções nº 4.434 e nº 4.454 em 2015 que dispõem, respectivamente, sobre a contratação de gestores e auditoria independente em cooperativas de crédito, foi realizado primeiro um recorte no período 2014 à 2017 e depois recorte destes quatro anos individuais. Os resultados apontam que a aplicação da Lei de Benford para um conjunto longo de períodos não captura variações no tempo, uma vez que determinadas ações discricionárias, como gerenciamento de resultados, tem como premissa o retorno do valor real em períodos futuros. Quando aplicado em anos individuais, é observado a presença de possíveis ações discricionárias que estejam fora o padrão normal das cooperativas de crédito. Embora o número de cooperativas presentes nos valores que mais destoam da Lei de Benford (que indicaria maior probabilidade de discricionariedade fora do padrão), o número de cooperativas que se repetem nas contas aumentou com o passar do tempo, apesar de minimamente. Estes resultados podem ser um indício de que as Resoluções nº 4.434 e nº 4.454 estejam contribuindo para que as cooperativas de crédito se adéquem ao padrão do setor.

Atualização do site

  • Atualizado em: 14 Novembro 2019, 21:34:12.