Se as respostas a seguir não forem suficientes, não deixe de entrar em contato. Teremos maior prazer em ajudar.

 

Sobre o processo seletivo

a) Qual calendário do processo seletivo (Mestrado e Doutorado)?

R: O processo seletivo tanto para o Mestrado quanto para o Doutorado é anual e é definido por Editais publicados no site. Você pode consultar no site o calendário e a previsão dos próximos editais (Processo de Seleção: Mestrado e Doutorado).

 

b) Quais as etapas do processo seletivo (Mestrado e Doutorado)?

Para inscrição o candidato deve apresentar resultado mínimo de: (i) proficiência em inglês e (ii) testes de admissão específicos para áreas de negócios, como o GMAT® (Graduate Management Admission Test®) ou ANPAD (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração). Em seguida o candidato faz prova de conhecimento específico e participa de uma arguição e analise de seu projeto de pesquisa. Para notas mínimas, pesos e critérios consulte o Edital específico.

 

c) O que são os testes ANPAD e GMAT?

Estes testes procuram medir suas habilidades verbal, analítica e matemática. O teste GMAT® pode ser agendado em diversas datas do ano, em diversas cidades no Brasil e no exterior. O teste ANPAD acontece três vezes ao ano. Os resultados devem ser encaminhados ao Serviço de Pós-graduação da FEA-RP. Os testes são pagos pelo candidato e maiores informações sobre estes testes podem ser obtidas nos sites dos mesmos. GMAT®: http://www.mba.com/global/the-gmat-exam.aspx ANPAD: http://www.anpad.org.br/teste.php 
A comissão de seleção não tem preferência em relação aos testes.

 

d) Estou terminando a graduação este ano. Posso participar do processo seletivo do mestrado?

R: Sim, você pode. Para se inscrever no processo seletivo do mestrado não é necessário ter concluído a graduação. Você pode, paralelamente ao último ano de graduação, participar do processo. Se aprovado, no ato da matrícula no curso, geralmente no mês de fevereiro, você deverá apresentar o certificado de conclusão de curso informando a data em que foi realizada a colação de grau, mesmo ainda não tendo o diploma em mãos.

 

e) Estou terminando o mestrado. Posso participar do processo seletivo do doutorado?

SIM, se tiver boas perspectivas de aprovação de sua dissertação e, o prazo para sua defesa de mestrado estiver previsto para data anterior à data de matrícula dos candidatos aprovados ao curso de doutorado.

g) A seleção de candidatos é vinculada às vagas por linha de pesquisa?

R: Sim. Tanto pata o Mestrado quanto para o Doutorado, a partir de 2013, os candidatos são aprovados segundo a colocação entre os candidatos na linha de pesquisa que venham a optar. A opção por uma das linhas de pesquisa é feita no formulário de inscrição. É desejável que o aluno conheça os projetos atualmente conduzidos pelos docentes orientadores em cada linha, listados no site.

 

Sobre o Programa

a) Qual a diferença entre este mestrado acadêmico e MBA?

R: Existem várias diferenças. Primeiro, o mestrado acadêmico no Brasil lhe confere o título de "Mestre em Ciências", e lhe permite continuar a carreira acadêmica no doutorado. Já o MBA confere o título de especialista, não permite continuidade direta na carreira de pesquisa, e é voltado para temáticas de interesse exclusivo do mercado, no qual o aluno busca ferramentas e soluções para uso cotidiano. Já nosso mestrado é voltado para pesquisa aplicada, de interesse no setor público e privado, desenvolvendo raciocínio crítico e aprofundado sobre um tema. Em resumo, no MBA o aluno consome conhecimento, no Mestrado o aluno aprende a gerar conhecimento.

 

b) O mestrado e o doutorado são pagos? Existem mensalidades?

R: Não. Os mestrados e doutorados acadêmicos da Universidade de São Paulo são gratuitos. Você será um aluno regular da Universidade de São Paulo. Com isso terá acesso gratuito a todas as instalações do Campus de Ribeirão Preto e da FEA-RP, como biblioteca, salas de convivência e de estudos, internet WIFI na Faculdade, base de dados, e todas atividades acadêmicas do curso. Contudo o aluno é responsável por todas as despesas de traslado de sua cidade ou se for o caso as despesas de instalação e residência na cidade de Ribeirão Preto.

 

c) As aulas são presenciais? Qual a periodicidade?

R: As aulas são semanais. O aluno deve cursar as disciplinas obrigatórias, com calendário definido a cada semestre. As disciplinas optativas também são semanais, mas permitem maior flexibilidade de escolha de carga horária e dias da semana.

 

d) É possível trabalhar e acompanhar o curso?

R: Sim. Contudo é necessária, além da carga horária em sala de aula, uma dedicação mínima de 20 horas semanais para estudo e condução da pesquisa. Destacamos que o curso é diurno, com aulas no período da manhã e da tarde, em dias da semana previamente informados. A flexibilidade de horários da agenda é de inteira responsabilidade do aluno, negociada com seu empregador.

 

e) Como posso conhecer os orientadores?

R: A qualquer momento você pode entrar em contato com os docentes orientadores através de email, marcando um horário para uma conversa informal, ou enviando suas ideias de projetos. Consulte na lista de orientadores quais linhas de pesquisa e temas fazem parte do interesse dos mesmos. Ainda, fique atento aos eventos realizados pela FEARP/USP, inscreva-se e venha nos conhecer.

 

f) Como funciona o Doutorado Direto?

R: Na qualificação do mestrado, a banca pode recomendar a transferência do aluno para o doutorado. O processo será analisado pela Coordenação do curso com base em pareceres. O aluno deve se manifestar favoravelmente. Não existe conversão de bolsa de Mestrado para Doutorado. A transferência pode significar perda da bolsa caso não tenha bolsa de doutorado disponível. Transferência realizada, o aluno deverá atender todos os requisitos do curso de doutorado.

 

Sobre Bolsas e Instalações na Cidade

a) Tenho chances de conseguir bolsa de estudos para custear minha dedicação integral ao curso?

R: Sim. Temos bolsas que são alocadas para alunos de mestrado e doutorado com dedicação exclusiva ao curso, são as chamadas bolsas "Capes-Demanda Social". A alocação das bolsas acontece geralmente nos meses de Abril/Maio (Mestrado) ou Agosto/Setembro (Doutorado), por ordem de classificação geral no processo seletivo entre os interessados. A prioridade é de alunos novos, e a duração da bolsa é de 12 meses (renovável por mais 12 meses no caso do doutorado sob certas condições), período em que recomenda-se o aluno submeter um projeto para as agências de fomento para o período restante do curso. Nossos docentes podem orientá-lo neste sentido.

 

b) É possível acumular bolsa com outra atividade profissional?

R: Devem ser analisadas as restrições impostas pelas agências de fomento que concede bolsas (Capes, CNPq, Fapesp ou similares). No caso de bolsas Capes - Demanda Social (DS), Mestrado ou Doutorado, não é permitido o exercício profissional concomitante ao recebimento de bolsa. Casos excepcionais são considerados quando o vínculo se inicia após o início da concessão da bolsa, para exercer atividade decorrente da pesquisa realizada. Nestes casos a Coordenação do curso analisará caso a caso.

 

c) Existem bolsas para doutorado-sanduiche?

R: Sim, temos duas bolsas PDSE (Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior) que são alocadas quando o aluno obtém carta convite de instituição no exterior, para fins de pesquisa relacionada à tese, cuja inscrição será analisada pelo Programa. A duração da bolsa é de 3 a 12 meses. O aluno deve obter recursos em fontes adicionais caso seu estágio seja superior a 12meses. Alternativamente podem ser solicitadas bolsas para FAPESP e CNPq.

 

d) Como posso estruturar meu doutorado para ter bolsa CAPES durante 3 anos?

R: Dependendo do seu desempenho no processo seletivo, poderá ser alocada a você uma bolsa DS Doutorado, por 2 anos, e neste período, se conseguir uma carta convite para estágio no exterior, e houver bolsa PDSE disponível, poderá desfrutar de mais 12 meses no exterior. No seu retorno, não terá mais bolsa disponível, pois a bolsa DS será alocada a outro aluno. Caso não tenha bolsa DS e PDSE disponíveis no momento da sua matrícula, outras fontes podem ser acessadas, como FAPESP e CNPq.

 

e) Posso receber a bolsa PSDE tendo vínculo empregatício?

R: Sim, desde que obtenha autorização de afastamento do país pelo empregador, apontando o período efetivo da bolsa e constando na redação a expressão com ônus CAPES ou bolsa CAPES. Se o candidato for servidor público, essa autorização deverá ser publicada em Diário Oficial da União, do Estado ou do Município, conforme o vínculo. Caso o candidato seja da iniciativa privada, deverá apresentar autorização do dirigente máximo da Instituição via declaração. Observar que bolsa no Brasil não caracteriza vínculo empregatício. O servidor poderá viajar com salário acumulando com a bolsa do exterior, isso não é empecilho para a CAPES, mas é o empregador quem decidirá. No caso de servidor público municipal, estadual ou federal, deve providenciar o afastamento do país para as atividades no exterior.

 

f) Posso acumular outras bolsas com a bolsa do PSDE?

R: Não. Não é permitido acumular outro benefício financeiro do Tesouro Nacional. É permitido receber auxílios a título de estágio de docência ou de pesquisa ou similares, desde que comunicado, previamente, e reconhecido que, tais atividades não comprometerão os estudos no exterior, inclusive no tocante ao seu prazo de conclusão.

 

g) Existem outras formas de bolsas para o exterior?

R: Sim, cada grupo de pesquisa mantém relacionamento com centros de pesquisa no exterior e poderão informar bolsas de instituições estrangeiras que podem ser utilizadas para tais fins. Consulte as páginas dos grupos de pesquisa ou entre em contato com os orientadores do Programa.

 

h) Como faço para me deslocar com frequência ou me instalar na cidade?

R: A cidade oferece diversas opções de voos regionais e nacionais, assim como serviços de alta qualidade e moradias a preços acessíveis. O Apoio Moradia da Pós-Graduação do Campus Ribeirão Preto consiste em vaga no Conjunto de Casas dos Pós-Graduandos I e II, aos alunos matriculados em mestrado ou doutorado no Campus. O número de vagas é limitado e o processo de classificação obedece a critérios socioeconômicos – verifique informações em www.prefeiturarp.usp.br/sas. Os alunos podem solicitar, ainda, reserva na Casa de Hóspedes do Campus de Ribeirão Preto; informações em www.prefeiturarp.usp.br/pages/chosped/.

 

 

Estrangeiros

a) Sou estrangeiro, como faço para cursar o mestrado?

R: Existem duas formas. Pelo processo seletivo geral (veja na seção Processo Seletivo), ou através do programa PEC/PG. Saiba mais sobre.

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • Filipe Casellato Scabora Open or Close

    Seguem informações a respeito de defesa de dissertação de Mestrado agendada na FEA-RP:

    Área:    Controladoria e Contabilidade
    Data:    30/09/2019, às 13h30 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Fatores determinantes da recuperação judicial considerando os fluxos de caixa das firmas
    Autor: Filipe Casellato Scabora

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Fabiano Guasti Lima (FEA-RP) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Gustavo Saad Diniz (Faculdade de Direito de Ribeirão Preto - FDRP) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Flávio Luiz de Moraes Barboza (Universidade Federal de Uberlândia - UFU) - MCONF RNP

     

    Resumo: 

    Os efeitos da insolvência das organizações para os credores, acionistas e a sociedade em geral (stakeholders) levou, desde o início dos anos 1930, inúmeros pesquisadores a  investigarem as causas da falência, desenvolvendo modelos que buscassem prever (e prevenir) a ocorrência desses eventos. Ao longo dos anos, e com o desenvolvimento de novas ferramentas e tecnologias no campo da estatística e informática, esses modelos foram submetidos a um processo de evolução, o que permite, hoje, identificar-lhes por meio de seus componentes histórico-cronológicos, como sendo modelos teóricos (que focam nas causas qualitativas da falência), estatísticos (que focam nos sintomas da falência) e de inteligência artificial (que também focam nos sintomas da falência, mas com um componente tecnológico adicional). Os chamados modelos estatísticos destacaram-se, desde cedo, como parte do mainstream da pesquisa em previsão de insolvência, o que levou a uma concentração das pesquisas na área, mesmo em tempos mais recentes, quando o desenvolvimento tecnológico demonstra que os modelos de inteligência artificial podem apresentar resultados melhores. Muito além da controvérsia em torno da eficácia da grande maioria desses modelos para dados brasileiros, outros fatores justificam a necessidade de novos trabalhos na área: (i) o Brasil e o mundo experimentam, desde a crise mundial de 2008, um crescimento exponencial no número de falências e recuperações judiciais; (ii) no país, o advento da LRF em 2005 modificou significativamente o mapa de falências com a introdução da figura da recuperação judicial; e, por fim, (iii) as pesquisas na área, em sua maioria, além de adotarem modelos estatísticos clássicos, consideram como evento de interesse que pretendem observar, a ocorrência da falência ou a constatação da insolvência (técnica ou baseada em fluxos), quando, na verdade, existem inúmeros elementos que demonstram a supremacia da recuperação judicial como evento determinante a ser investigado. Outro fator que distingue os modelos clássicos dos modelos de inteligência artificial diz respeito a seleção das variáveis, majoritariamente indicadores financeiros extraídos de BP e DRE, mesmo diante das evidências de que os fluxos de caixa têm impacto mais decisivo nos ciclos de vida das organizações, o que inclui a necessidade de buscarem ferramentas para superar períodos de crise, como a recuperação judicial e a falência. Portanto, o objetivo desta pesquisa consiste no desenvolvimento de um modelo de previsão para dados brasileiros, que investigue, por intermédio das RNA, a existência de relação entre certos componentes da DFC e o fato de a entidade apresentar (ou não) pedido de  recuperação judicial como alternativa a insolvência, permitindo, ainda, a estimação desse lapso temporal. Espera-se que o modelo proposto seja capaz de aprimorar a capacidade preditiva da recuperação judicial em comparação com os modelos atuais e forneça maiores informações sobre as organizações em estado de insolvência, com inúmeras aplicações para o mercado e a academia.

  • André Feliciano Lino Open or Close

    Área: Controladoria e Contabilidade
    Curso: Doutorado
    Data: 23/09/2019, às 11h00 (horário de Brasília)
    Local: Sala da Congregação, bloco A da FEA-RP
    Título: As lógicas conflitantes no Tribunal de Contas e o enfraquecimento de sua relevância social
    Autor: André Feliciano Lino

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). André Carlos Busanelli de Aquino (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Ana Carla Bliacheriene (Escola de Artes, Ciências e Humanidades - EACH/USP) - webconferência MCONF

    Prof(a). Dr(a). Richard Alan Batley (University of Birmingham) - webconferência MCONF

    Prof(a). Dr(a). Amon Narciso de Barros (Fundação Getúlio Vargas - FGV) - webconferência MCONF

    Prof(a). Dr(a). Diego Maganhotto Coraiola (University of Alberta) - webconferência MCONF

    Prof(a). Dr(a). Simone Leticia Raimundini Sanches (Universidade Estadual de Maringá - UEM) - webconferência MCONF

    Resumo: Tribunais de Contas são organizações de auditoria do setor público, responsáveis por fiscalizar as contas e entrega de serviços de mais de 5500 municípios no Brasil. Parte das suas atividades auxiliam a legitimar políticas públicas e a moldar o comportamento dos municípios auditados. Contudo, apesar desta potencial relevância, poucos estudos focaram nas dinâmicas internas do Tribunal de Contas, suas relações de poder e práticas desenvolvidas. Desta forma, esta tese busca, com base nos conceitos da teoria institucional sociológica, caracterizar quais as lógicas institucionais vigentes nos Tribunais de Contas, e como estas lógicas afetam a independência destas organizações e a disseminação de práticas inadequadas – pelas quais os Tribunais de Contas recentemente tornaram-se alvo da mídia. Os resultados apontam para a emergência de duas logicas institucionais conflitantes. A lógica elite-patrimonialista, é caracterizada pela busca a maximização (ou manutenção) de ganhos políticos, econômicos ou culturais de atores com poder (no caso, Conselheiros, dentro da organização) através de barganhas interpessoais. Por sua vez, a lógica técnico-profissional visa proteger o interesse público e otimizar o gasto de recursos pelos governos de forma objetiva e impessoal. Como as posições de poder dentro dos Tribunais de Contas estão, em geral, induzidas pela lógica elite-patrimonialista, um dos efeitos adversos é a manutenção de práticas associadas ao organizational wrongdoing, ou seja, que ferem princípios legais e morais. Ao mesmo tempo, a independência da função de auditoria é afetada por tais práticas enraizadas. Dessa forma, o artigo demonstra que a relevância social dos Tribunais de Contas é apenas latente, e precisa ser desbloqueada para atingir seu pleno potencial.

Atualização do site

  • Atualizado em: 17 Setembro 2019, 11:02:43.