Agenda Qualificações

  • Gisele Siqueira Montanari Open or Close

    Área: Administração de Organizações
    Data: 12/12/2018, às 15:00
    Local: Sala 43 - Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Árvores geradoras mínimas do mercado financeiro a partir de distâncias entre distribuições
    Autor: Gisele Siqueira Montanari

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Gilberto Aparecido Prataviera (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Marcia Mazzeo Grande (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA-RP)

    Prof(a). Dr(a). Evandro Marcos Saidel Ribeiro (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA-RP)

Agenda Defesas

  • Guilherme José de Souza Moretti Open or Close

    Prezados(as) Senhores(as),


    Seguem informações a respeito de defesa de tese de Doutorado agendada na FEA-RP:Área:    Administração de Organizações
    Data:    14/12/2018, às 09h00
    Local: Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Inovação social no sistema prisional: proposta de um modelo de educação superior a distância


    Autor: Guilherme José de Souza Moretti

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Lara Bartocci Liboni Amui (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). João Luiz Passador (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto - FEA-RP) 

    Prof(a). Dr(a). Alfredo José Machado Neto (Centro Universitário de Franca)

    Prof(a). Dr(a). Luciana Oranges Cezarino (Universidade Federal de Uberlândia - UFU) - webconferência Mconf

    Prof(a). Dr(a). Tania Nunes da Silva (Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS) - webconferência Mconf

    Prof(a). Dr(a). Márcio Lopes Pimenta  (Universidade Federal de Uberlândia - UFU) - webconferência Mconf

     

    Resumo: O Sistema Prisional Brasileiro vive um verdadeiro caos: superlotação, falta de políticas ressocializadoras, não aplicação da Lei de Execução Penal, e reincidência, são algumas das mazelas existentes neste sistema. Com intuito de se apresentar uma solução, que ao menos possa mitigar este caos que acaba atingindo toda sociedade, apresenta-se aqui, uma Inovação Social que é o Desenvolvimento de um Modelo de Educação Superior a Distância (ESAD) para o Sistema Prisional do Estado de São Paulo. Para confirmar que tal proposta é uma Inovação Social, o modelo foi analisado conforme as dimensões da Inovação Social: transformações, novidade, inovação, atores e processos; apresentadas por Tardif e Harrisson (2005), membros do Centre de Recherche sur les Innovations Sociales (CRISES), instituição canadense, reconhecida mundialmente pelos trabalhos no campo da inovação social. Para geração do modelo foram realizadas entrevistas em profundidade com Diretores de Unidades Prisionais, pessoas privadas de liberdade, Juiz de uma Vara da Execução Penal, Promotor da Execução Penal e com um reitor de uma IES. A análise das entrevistas foi realizada através da metodologia sistêmica SSM – Soft System Methodology, proposta por Checkland (2000). Ao analisar as entrevistas e o aporte teórico, segundo o SSM, chegou-se a conclusão que o problema do Sistema Prisional tem três estruturas problemáticas: miserabilidade dos presos, baixa escolaridade da população carcerária e superlotação das unidades prisionais, além de dois processos: falta de oportunidades que leva a pessoa a entrar na criminalidade e falta de oportunidades pós prisão. Da relação entre as estruturas problemáticas e os processos leva-se a reincidência dos presos e a um alto custo para o Estado. Com base nessas análises foi proposto um modelo de Educação Superior a Distancia adaptado ao sistema prisional e que tem como objetivo atacar o segundo processo: falta de oportunidades pós prisão, e assim, reduzir a miserabilidade do egresso, através da geração de renda, que foi possível graças a uma maior empregabilidade, que veio graças a oportunidade de ter cursado um curso superior enquanto estava preso, reduzindo assim, a reincidência e contribuindo a redução da superlotação. Percebe-se, portanto, que embora, a proposta atinja somente o segundo processo, ela poderá melhorar todas as estruturas. Além do ganho social evidenciado com a proposta, ela também trará um ganho econômico aos cofres públicos, pois o tempo em que o preso ficará a menos dentro do Sistema Prisional, devido a remissão por estudo gera uma economia para o Estado superior aos custos de um curso superior em uma Instituição de Ensino Superior Privada.