27/03/2019 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: IRPF 2019: O leão está com fome! com o auditor da Receita Federal Julio Alfredo Hahn Curvo e o Prof. Dr. Amaury José Rezende.

 

Resumo: Este ano, a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) 2019, ano calendário 2018, deve ser feita entre 7 de março e 30 de abril de 2019. Todos os anos a Receita Federal faz atualizações do programa e das regras de envio. Com o avanço da tecnologia de informação, cada vez mais, a Receita Federal tem acesso aos nossos dados financeiros e patrimoniais, fazendo com que a DIRPF se torne apenas uma confirmação daquilo que o fisco já sabe. Além disso, sempre surge alguma dúvida sobre o que e como declarar. Logo, o contribuinte precisa ficar atento para não cometer erros que podem acarretar em autuações e multas futuras. Nesse contexto, o Diálogos com a Comunidade de março oferece a palestra “IRPF 2019: O leão está com fome!” para apresentar as novidades da Declaração IRPF 2019 e sanar dúvidas da comunidade local.

Os palestrantes convidados são:

Julio Alfredo Hahn Curvo: Auditor Fiscal da Receita Federal desde 1985. Graduado em Engenharia Civil, pela USP- São Carlos. Atualmente, é representante sub-regional do Programa Nacional de Educação Fiscal e sócio fundador do Observatório Social de Ribeirão Preto.

Amaury José Rezende: Professor Doutor e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade da FEA-RP/USP. É coordenador do MBA em Gestão Tributária da FUNDACE. É coordenador do Núcleo de Estudos em Controladoria e Contabilidade Tributária (NECCT) e do Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF) na FEA-RP/USP. É autor de livros em contabilidade tributária e do terceiro setor. Graduado em Ciências Contábeis pela UFMS, possui mestrado e doutorado pela FEA-USP/SP, pós-doutorado pela Justus Liebig - University Giessen-Alemanha e livre-docência pela FEA-RP/RP.

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  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 13 Dezembro 2019, 18:58:35.