28/11/2018 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realizada a palestra: Exame de suficiência: qual é o mistério? com o Prof. Dr. Alexandre Sanches Garcia (via webconferência) e Profa. Dra. Adriana Maria Procópio de Araújo.

 

Resumo: Após conquistar o título de bacharel em ciências contábeis, é preciso ser aprovado no Exame de Suficiência promovido pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), para obter o registro de contador. Para ser aprovado, o bacharel precisa acertar 25 das 50 questões. Todavia, o que chama atenção é o alto índice de reprovação no exame.  Na última edição (1º semestre/2018) a média nacional de reprovação foi 69,84% (CFC, 2018). Diante disso, questiona-se: O que pode estar causando este número? Há alguma distorção entre o que é ensinado na sala de aula e o que é exigido no exame? Os professores, através de diferentes abordagens metodológicas, podem ajudar a melhorar esse índice? Diante desse contexto, o Diálogos com a Comunidade, convidou o Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo, representado pelo Dr. Alexandre Sanches Garcia e a professora Dra. Adriana Maria Procópio de Araújo, para discutir as possíveis causas do alto índice de reprovação no Exame de Suficiência e, como o uso de metodologias ativas pode melhorar a aprendizagem dos alunos.

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    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    14/02/2020, às 17h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Incerteza sobre a política econômica e estrutura de capital: evidências no Brasil
    Autor: Lucas Allan Diniz Schwarz

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Flávia Zóboli Dalmácio (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). José Elias Feres de Almeida (Universidade Federal do Espírito Santo - UFES) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Fernando Dal-Ri Murcia (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Este estudo procurou investigar como a incerteza sobre a política econômica afeta as decisões de alavancagem das empresas brasileiras listadas em bolsas de valores. Primeiras evidências sugerem que firmas não-financeiras listadas empregam menos dívidas em suas estruturas de capital em momentos de maior incerteza sobre a política econômica (Lv & Bai, 2019; Zhang, Han, Pan, & Huang, 2015). A partir de dados trimestrais de 163 firmas não-financeiras brasileiras listadas na B3 entre março de 2010 e março de 2019, foi verificado que as firmas não-financeiras da amostra responderam a níveis elevados de incerteza sobre a política econômica com maiores níveis de alavancagem, mesmo quando controla-se as condições macroeconômicas, contrariando a perspectiva clássica apresentada pela Teoria do Trade-off para a relação entre incerteza e alavancagem. Os achados deste estudo são,ao menos preliminarmente,consistentes comaTeoriadoMarketTiming. Os resultados persistem em especificações que procuraram minimizar possíveis problemas de endogeneidade.

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  • Atualizado em: 24 Janeiro 2020, 19:23:10.