29/11/2017 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realiza a palestra: Corrupção, competitividade e concorrência desleal: onde entra a contabilidade  ministrada pelo doutorando Eduardo de Brito.  

Resumo da palestra: A corrupção é inimiga do desenvolvimento de um ambiente saudável e pode afetar o nível de investimentos, os investimentos empresariais, o acesso a recursos dentro de um páis, redução da receita pública, aumento dos gastos públicos, aumento da desigualdade na distribuição de renda, aumento da pobreza, entre outros efeitos. A corrupção é inimiga do desenvolvimento de um ambiente saudável e pode afetar o nível de investimentos, os investimentos empresariais, o acesso a recursos dentro de um páis, redução da receita pública, aumento dos gastos públicos, aumento da desigualdade na distribuição de renda, aumento a pobreza, entre outros efeitos.É preciso entender o papel da contabilidade nesse meio, ela pode funcionar como mecanimos de combate a corrupção.Também é importante analisar os efeitos da corrupçao na qualidade da informação contábil.A conexão da corrupção com contabilidade é importante porque a corrupção tem efeito em diversas esferas da sociedade, como também no ambiente operacional das organizações, que é o seu campo de atuação.

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    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    14/02/2020, às 17h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, Bloco B2 da FEA-RP
    Título: Incerteza sobre a política econômica e estrutura de capital: evidências no Brasil
    Autor: Lucas Allan Diniz Schwarz

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Flávia Zóboli Dalmácio (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). José Elias Feres de Almeida (Universidade Federal do Espírito Santo - UFES) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Fernando Dal-Ri Murcia (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Este estudo procurou investigar como a incerteza sobre a política econômica afeta as decisões de alavancagem das empresas brasileiras listadas em bolsas de valores. Primeiras evidências sugerem que firmas não-financeiras listadas empregam menos dívidas em suas estruturas de capital em momentos de maior incerteza sobre a política econômica (Lv & Bai, 2019; Zhang, Han, Pan, & Huang, 2015). A partir de dados trimestrais de 163 firmas não-financeiras brasileiras listadas na B3 entre março de 2010 e março de 2019, foi verificado que as firmas não-financeiras da amostra responderam a níveis elevados de incerteza sobre a política econômica com maiores níveis de alavancagem, mesmo quando controla-se as condições macroeconômicas, contrariando a perspectiva clássica apresentada pela Teoria do Trade-off para a relação entre incerteza e alavancagem. Os achados deste estudo são,ao menos preliminarmente,consistentes comaTeoriadoMarketTiming. Os resultados persistem em especificações que procuraram minimizar possíveis problemas de endogeneidade.

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  • Atualizado em: 24 Janeiro 2020, 19:23:10.