29/11/2017 às 19h15 no Anfiteatro Dr. Ivo Torres da FEA-RP foi realiza a palestra: Corrupção, competitividade e concorrência desleal: onde entra a contabilidade  ministrada pelo doutorando Eduardo de Brito.  

Resumo da palestra: A corrupção é inimiga do desenvolvimento de um ambiente saudável e pode afetar o nível de investimentos, os investimentos empresariais, o acesso a recursos dentro de um páis, redução da receita pública, aumento dos gastos públicos, aumento da desigualdade na distribuição de renda, aumento da pobreza, entre outros efeitos. A corrupção é inimiga do desenvolvimento de um ambiente saudável e pode afetar o nível de investimentos, os investimentos empresariais, o acesso a recursos dentro de um páis, redução da receita pública, aumento dos gastos públicos, aumento da desigualdade na distribuição de renda, aumento a pobreza, entre outros efeitos.É preciso entender o papel da contabilidade nesse meio, ela pode funcionar como mecanimos de combate a corrupção.Também é importante analisar os efeitos da corrupçao na qualidade da informação contábil.A conexão da corrupção com contabilidade é importante porque a corrupção tem efeito em diversas esferas da sociedade, como também no ambiente operacional das organizações, que é o seu campo de atuação.

Agenda Qualificações

  • Rosiane Nunes Silva Coletti Open or Close

    Área: Controladoria e Contabilidade


    Data: 21/08/2020, às 14:00 - horário de Brasília

    Local: Devido à contingência do COVID-19, a banca ocorrerá totalmente online e será transmitida publicamente.

    Título: Análise do perfil das empresas com menor indício de confiabilidade nas demonstrações financeiras: uma aplicação da Lei de Benford

    Link da transmissão ao vivo:   stream.meet.google.com/stream/0bccc20c-b0a8-48a6-902a-1fba9689c50a

    Obs: Apenas usuários com contas "@usp" podem acessar a transmissão. Caso usuários que não possuam estas contas queiram assistir a sessão, deverão nos enviar (com antecedência) e-mail para "posgrad@fearp.usp.br" e enviaremos as instruções.  


    Autor: Rosiane Nunes Silva Coletti

    Comissão Examinadora:        

    Prof(a). Dr(a). Paula Carolina Ciampaglia Nardi - (Presidente)

    FEARP / USP

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini

    FEARP / USP)

    Prof(a). Dr(a). Marli Auxiliadôra da Silva

    Universidade Federal de Uberlândia - UFU

Agenda Defesas

  • Dhiego Augusto Solino Feitosa Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    26/08/2020, às 14h00 - horário de Brasília
    Local: Devido à contingência do COVID-19, a banca ocorrerá totalmente online e será transmitida publicamente.

    Link da transmissão: stream.meet.google.com/stream/89467132-1ee1-4ed5-9444-932cf58d0251

    Obs: Apenas usuários com contas "@usp" podem acessar a transmissão. Caso usuários que não possuam estas contas queiram assistir a sessão, deverão nos enviar (com antecedência) e-mail para "posgrad@fearp.usp.br" e enviaremos as instruções.


    Título: A relação entre a contabilidade de hedge e o risco idiossincrático no mercado de capitais brasileiro
    Autor: Dhiego Augusto Solino Feitosa

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Marcelo Augusto Ambrozini (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Antonio Sérgio Torres Penedo (Universidade Federal de Uberlândia - UFU)

    Prof(a). Dr(a). Luiz Eduardo Gaio (Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP)

    Prof(a). Dr(a). Fabiano Guasti Lima (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    O objetivo deste trabalho é examinar o efeito da adoção e divulgação da contabilidade de hedge no risco idiossincrático das companhias de capital aberto listadas na Bovespa (B3), entre 2009 e 2018, tendo como fundamentação teórica a Teoria de Agência, Assimetria de Informação e Teoria de Sinalização. Foi empregado como metodologia uma regressão linear múltipla pelo método dos mínimos quadrados ordinários com dados em painel. Para mensuração da variável dependente denominada risco idiossincrático foi utilizado o modelo de estimação de cinco fatores de Fama e French (2015). A variável independente de interesse foi a variável dicotômica adoção da contabilidade de hedge, assumindo valor 0 ou 1 no modelo. Adicionalmente, foram utilizadas variáveis de controle sugeridas pela literatura, como concentração acionária, endividamento, liquidez corrente e distribuição de dividendos por ação. Ressalta-se que todas variáveis de controle se mostraram significantes. Os dados foram obtidos a partir da plataforma Economática®, bem como, quando pertinente, das notas explicativas das companhias participantes da amostra, disponíveis no site da B3. Como resultado, verificou-se uma relação significativa e negativa entre adoção da contabilidade de hedge e o risco idiossincrático, conforme o esperado. Pôde-se concluir, portanto, que a contabilidade de hedge pode impactar o risco idiossincrático das companhias de capital aberto brasileiras. A pesquisa contribui à literatura internacional e nacional, ao prover evidências empíricas sobre o impacto do uso da contabilidade de hedge e da transparência da gestão de risco no risco idiossincrático das companhias, fornecendo maior entendimento sobre a eficiência da norma relativa à contabilidade de hedge no Brasil. A pesquisa fornece, assim, evidências aos formuladores de normas contábeis e aos investidores para que estes possam avaliar e aprimorar as normas contábeis e os processos de tomada de decisão em investimento, respectivamente.

     

Atualização do site

  • Atualizado em: 14 Agosto 2020, 11:44:43.