Perfil do Docente

 

Informações

 

Área de Pesquisa

Gestão Tecnológica;
Administração Financeira;
Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico.

 

Biografia

Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade de São Paulo (1998) e mestrado em Engenharia (Engenharia de Produção) pela EESC-USP (2002) e Doutor em Ciências Contábeis pela FEA/USP (2011). Professor do Departamento de Contabilidade da FEARP/USP. Tem experiência docência nas áreas de Administração (Bacharelado, Cursos Sequenciais e Tecnológicos) e na área de Ciências Contábeis e Controladoria. As pequisas desenvolvidas focam principalmente os seguintes temas: contabilidade gerencial, sistemas de informação e educação nas áreas de Administração e Contabilidade. 

 

Artigos em Periódicos

  • Percepção sobre a carreira de contabilidade sob a ótica de professores do ensino médio

    REVISTA UNEMAT DE CONTABILIDADE. vol. 8, p. 110-122, 2019

    MIRANDA, R.A.M.; MIRANDA, C. S.


  • Percepções sobre o turnover na atividade da auditoria interna: um panorama do contexto brasileiro

    REVISTA AMBIENTE CONTÁBIL. vol. 11, p. 220-238, 2019

    LIMA, J. P. R.; MIRANDA, C. S.


  • Academic Performance Analysis of Accountancy Students at FEARP-USP Served by INCLUSP/PASUSP

    REVISTA DE EDUCAÇÃO E PESQUISA EM CONTABILIDADE. vol. 12, p. 186-203, 2018

    MARINELLO, M. C.; LIMA, J. P. R.; MIRANDA, C. S.


  • Percepções do Desenvolvimento em Três Municípios Paulistas

    PLANEJAMENTO E POLITICAS PUBLICAS. vol. 51, p. 285-314, 2018

    MIRANDA, C. S.; SOUZA, J. G.; BELLINGIERI, J.C.


  • Quais os sinais de carne macia e saborosa? Análise dos atributos da carne bovina que, no momento da compra, melhor sinalizam os benefícios mais desejados pelo consumidor.

    REMARK. REVISTA BRASILEIRA DE MARKETING. vol. 17, p. 487-501, 2018

    MIRANDA, C. S.; CARVALHO, D. T.; GARCIA, S. F. A.


 

 

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 13 Dezembro 2019, 18:58:35.