Perfil do Docente

 

Informações

 

Área de Pesquisa

Controladoria;
Governança Corporativa em Empresas Familiares;
Qualidade do Disclosure em Comunicações Corporativas.

 

Biografia

Livre-docente pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP) e Professor Associado no Departamento de Contabilidade da mesma instituição. Atua e desenvolve pesquisas nas áreas de estudos críticos em contabilidade e controladoria, governança de empresas familiares, e ensino e pesquisa em contabilidade.

 

Artigos Publicados

  • O ensino do modelo clássico de regressão linear por meio de simulação de Monte Carlo

    REVISTA DE CONTABILIDADE E ORGANIZAÇÕES. vol. 12, p. 152100-, 2018

    Pagliarussi, Marcelo Sanches


  • Estrutura e redação de artigos em contabilidade e organizações

    REVISTA DE CONTABILIDADE E ORGANIZAÇÕES. vol. 11, p. 4-10, 2017

    Pagliarussi, Marcelo Sanches


  • Identity in Family Firms: A Theoretical Analysis of Incentives and Contracts

    BAR. BRAZILIAN ADMINISTRATION REVIEW. vol. 14, p. e170004-, 2017

    COSTA, CRISTIANO; Pagliarussi, Marcelo Sanches


  • Corrupção e composição dos gastos governamentais: evidências a partir do Programa de Fiscalização por Sorteios Públicos da Controladoria-Geral da União

    REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (IMPRESSO). vol. 50, p. 237-264, 2016

    PAGLIARUSSI, Marcelo Sanches; CALDAS, O. V.; COSTA, C. M.


  • SENTIMENT ANALYSIS IN ANNUAL REPORTS FROM BRAZILIAN COMPANIES LISTED AT THE BM&FBOVESPA

    BASE (UNISINOS). vol. 13, p. 53-64, 2016

    AGUIAR, M. O.; Pagliarussi, Marcelo Sanches; GALDI, F. C.


Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 13 Dezembro 2019, 18:58:35.