Perfil do Docente

Informações

  • Titulação: Professor Associado
  • Currículo: Lattes
  • Telefone: +55 (16) 3315-9014
  • E-Mail: carlosbonacim@usp.br

 

Área de Pesquisa

Controladoria e Contabilidade Pública Governamental.

 

Biografia

Possui Graduação em Ciências Contábeis (2004), Mestrado em Controladoria e Contabilidade (2006), Doutorado em Controladoria e Contabilidade (2009) e Livre-docência em Contabilidade Governamental (2017) pela Universidade de São Paulo. Professor Associado da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FEA-RP/USP). Atualmente é vice-chefe de Departamento de Contabilidade e membro titular da Congregação da FEA-RP. Tem experiência na área de Contabilidade Governamental, com ênfase em Controladoria na Gestão Pública, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão de custos e orçamentação no setor público, avaliação de desempenho (saúde/hospitais e educação) e contabilidade pública governamental.

 

Artigos Publicados

  • Relação entre judicialização e fatores socioeconômicos e de desempenho do sistema de saúde

    REVISTA BRASILEIRA EM PROMOÇÃO DA SAÚDE (ONLINE). vol. 31, p. 18-, 2018

    GOMES, M. C.; BONACIM, Carlos Alberto Grespan; SANTOS, J. A. T.; VAZ, R. L. C.


  • The Statistical Relationship between Voluntary Transfers From the Union to States and the Budgetary Political Cycles

    INTERNATIONAL JOURNAL OF ADVANCES IN MANAGEMENT AND ECONOMICS. vol. 6, p. 11-18, 2017

    BONACIM, C. A. G.; LAFFIN, N. H. F.; MOARES, M. B. C.


  • Value-at-Risk in times of crisis: an analysis in the Brazilian Market

    AFRICAN JOURNAL OF BUSINESS MANAGEMENT. vol. 9, p. 223-232, 2015

    GAIO, L. E.; BONACIM, C. A. G.; PIMENTA JUNIOR, T.


  • The trade-off between income distribution and the capacity of governmental public investment in Brazil

    INTERNATIONAL JOURNAL OF BUSINESS AND SYSTEMS RESEARCH (ONLINE). vol. 9, p. 49-66, 2015

    PORTO, A. J. M.; BONACIM, C. A. G.; ARAUJO, A. M. P.


  • O Processo Orçamentário e a tomada de decisão de gestores em um hospital público

    REVISTA DE CONTABILIDADE E ORGANIZAÇÕES. vol. 25, p. 31-42, 2015

    BONACIM, Carlos Alberto Grespan; SOLA, G. L.


Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 13 Dezembro 2019, 18:58:35.