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Informações

 

Área de Pesquisa

Finanças Corporativas;
Contabilidade Financeira;
Mercado Financeiro.

 

Biografia

Professor Livre-Docente da Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) - Departamento de Contabilidade. Professor do Programa de Pós-Graduação em Controladoria e Contabilidade (PPGCC) da FEA-RP/USP, com orientações de mestrado e doutorado. Doutor em Administração de Organizações, Mestre em Controladoria e Contabilidade e bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-RP/USP. Co-autor do livro "Dividendos: teoria e prática". Possui diversos artigos acadêmicos publicados em congressos e revistas científicas. Parecerista de periódicos nacionais e internacionais. Bolsista MCTI/CNPq 2018-2020 -Chamada Universal. Possui autorização CERT para atividades extra-RDIDP. Idealizador do GPFin: Grupo de Pesquisas em Finanças da FEARP-USP. 

 

Artigos Publicados

  • Impacto do reconhecimento de instrumentos financeiros mensurados a valor justo sobre a volatilidade do resultado

    REVISTA CONTEMPORÂNEA DE CONTABILIDADE. vol. 16, p. 57-86, 2019

    AMBROZINI, Marcelo A.; FIGUEIRA, L. M.


  • Análise do impacto do fluxo de caixa livre sobre o retorno acionário das companhias de capital aberto no mercado acionário brasileiro

    REVISTA MINEIRA DE CONTABILIDADE. vol. 20, p. 55-69, 2019

    MOUTINHO, Rafael Antonio; AMBROZINI, Marcelo A.; MAGNANI, Vinícius Medeiros


  • O impacto da crise financeira internacional de 2008 sobre a estrutura de capital das empresas de países desenvolvidos e emergentes

    REVISTA CONTEMPORÂNEA DE CONTABILIDADE (UFSC). vol. 15, p. 1-15, 2018

    RODRIGUES, L. B. S.; AMBROZINI, Marcelo A.; BORGES, W. C.; PIMENTA JUNIOR, Tabajara


  • Quais eventos corporativos influenciam os retornos das ações? um estudo baseado em Bootstrap

    REVISTA UNIVERSO CONTÁBIL. vol. 14, p. 1-18, 2018

    ANTONIO, Rafael Moreira; AMBROZINI, Marcelo A.; STICCA, Ralph Melles


  • ANALYSIS OF THE STORAGE THEORY ON THE BASIS OF FUTURE SOYBEANS CONTRACTS IN BRAZIL

    NUCLEUS (ITUVERAVA). vol. 15, p. 401-421, 2018

    AMBROZINI, MARCELO AUGUSTO; SILVEIRA, Gabriel Agnesini da


Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 13 Dezembro 2019, 18:58:35.