Perfil do Docente

 

Informações

  • Titulação: Professor Titular
  • Currículo: Lattes
  • Telefone: +55 (16) 3315-4747
  • E-Mail: maisorib@usp.br
  • Grupo de Pesquisa: InCont

 

Área de Pesquisa

Contabilidade Ambiental;
Contabilidade Social;
Contabilidade Societária;
Contabilidade Geral.

 

Biografia

Possui graduação em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986), mestrado (1992) e doutorado (1998) em Controladoria e Contabilidade Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. Obteve o título de livre docente (2005) na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, onde é professora titular do Departamento de Contabilidade, em regime RDIDP, desde 2010. Foi presidente da comissão de pós-graduação da FEA-RP/USP e coordenadora do programa de pós-graduação de controladoria e contabilidade da FEA-RP/USP. Foi diretora científica, no ano de 2017, da Anpcont - Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação. Foi designada pela Capes como assessora na avaliação de programas de pós-graduação. É líder do grupo de pesquisa Estudos Socioambientais em Contabilidade; participa do grupo de pesquisa Informações Contábeis - Incont. É co-organizadora da Conferência Sulamericana de Contabilidade Ambiental, em conjunto com professores da UFRJ, UFBA, UnB e UFSC. Atua na área de contabilidade financeira, com ênfase em temas relacionados com sustentabilidade, como contabilidade ambiental, responsabilidade socioambiental, créditos de carbono, relato integrado e objetivos do desenvolvimento sustentável.

 

Artigos em Periódicos

  • Trinta anos de pesquisa em Remuneração Executiva e Retorno para o Acionista

    REVISTA DE EDUCAÇÃO E PESQUISA EM CONTABILIDADE. vol. 11, p. 21-40, 2017

    RIBEIRO, MAISA SOUZA; ARAUJO, JULIANO AUGUSTO ORSI


  • MÉTRICA PROPOSTA PARA VALORAÇÃO DE ÁREAS AMBIENTAIS

    RAMA : REVISTA EM AGRONEGÓCIO E MEIO AMBIENTE. vol. 10, p. 1133-1159, 2017

    RIBEIRO, MAISA DE SOUZA; SANTOS, LUCAS JOSÉ MACHADO DOS


  • Os efeitos econômicos do rompimento de barragem de resíduos: divulgações nas demonstrações contábeis comparativamente à grande mídia

    REA UFSM. vol. 10, p. 100-116, 2017

    Toledo Junior, Márcio da Silva; RIBEIRO, MAÍSA DE SOUZA


  • Análise da evidenciação sobre a mensuração de ativos biológicos: antes e depois do CPC 29

    REVISTA CONTEMPORÂNEA DE CONTABILIDADE (UFSC). vol. 12, p. 73-98, 2016

    MANFIOLLI FIGUEIRA, LAÍS; DE SOUZA RIBEIRO, MAISA


  • A divulgação de provisões e passivos contingentes ambientais pelas empresas do setor de energia elétrica em comparação ao desenvolvimento da normatização da evidenciação contábil

    REVISTA UNIVERSO CONTÁBIL. vol. 12, p. 86-106, 2016

    RIBEIRO, M. S.; CUNHA, L. M dos S.


Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 13 Dezembro 2019, 18:58:35.