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 Grade Horária: 2º semestre de 2017

 

Disciplina M/D Docente Dia da Semana Horário e sala Prazo Cancelamento Prazo Atribuição Conceitos Programa
[RCC4225]
Análise Multivariada Aplicada a Contabilidade
M Prof. Dr. Marcelo Sanches Pagliarussi Segunda-feira 08h00-12h00
Sala: 20-B1
 24/08/2017 11/01/2018  ico lupa 
[RCC4242]
Reformas e Contabilidade Pública I
M/D Prof. Dr. André Carlos Busanelli Segunda-feira 14h00-18h00
Sala: 20-B1
24/08/2017  11/01/2018   ico lupa
[RCC5248]
Leituras em Finanças
M/D Prof. Dr. Marcelo Augusto Ambrozini Segunda-feira

14h00-18h00

Sala: 09-B1

24/08/2017  11/01/2018  ico lupa 
[RCC4113]
Contabilidade Financeira
M Profa. Dra. Adriana Maria Procópio de Araujo

Terça-feira

08h00-12h00
Sala: 20-B1
24/08/2017  12/01/2018  ico lupa 
[RCC4331]
Controladoria
M Prof. Dr. Carlos Alberto Grespan Bonacim e Davi Rogério de Moura Costa Terça-feira 14h00-18h00
Sala: 20-B1
25/08/2017  12/01/2018  ico lupa 
[RCC6004]
Métodos Quantitativos Avançados 
D Prof. Dr. Marcelo Botelho da Costa Moraes Quarta-feira 08h00-12h00
Sala: 20-B1
28/08/2017   13/01/2018 ico lupa 
[RCC6003]
Epistemologia e Filosofia da Ciência
D Prof. Dr. André Carlos Busanelli de Aquino Quarta-feira 14h00-18h00
Sala: 20-B1
28/08/2017  13/01/2018  ico lupa
[RCC5132]
Finanças Corporativas
M/D Prof. Dr. Mauricio Ribeiro do Vale Sexta-feira 14h30-18h30
Sala: 22-B1
01/09/2017  30/01/2018  ico lupa 
 [RCC6101]
Tecnologia para Gestão e Colaboração da Pesquisa Científica
M/D  Prof. Dr. José Dutra de Oliveira Neto   Sexta-feira 08h00-11h00
Sala: Leia 1
22/09/2017  19/12/2017  ico lupa 

 

 Obs: M - Mestrado, D - Doutorado

Agenda Qualificações

Agenda Defesas

  • João Paulo Augusto Eça Open or Close

    Área:    Controladoria e Contabilidade

    Curso: Mestrado
    Data:    10/01/2020, às 15h00 - horário de Brasília
    Local: 
    Sala 43, bloco B2 da FEA-RP
    Título: Efeito das fontes de financiamento sobre a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa: evidências para o Brasil
    Autor: João Paulo Augusto Eça

     

    Banca: Prof(a). Dr(a). Maurício Ribeiro do Valle (Presidente)

    Prof(a). Dr(a). Tatiana Albanez (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - FEA) - MCONF RNP

    Prof(a). Dr(a). Andrei Aparecido de Albuquerque (Universidade Federal de São Carlos - UFSCar)

    Prof(a). Dr(a). Marcelo Botelho da Costa Moraes (FEA-RP)

     

    Resumo: 

    Em mercados imperfeitos, caracterizados por forte presença de custos de falência, de custos de agência e de assimetria de informação entre os agentes, há imposição de restrição por parte dos credores à capacidade de financiamento externo das firmas. Com isso, considera-se que o investimento de empresas que sofrem restrição ao financiamento externo é dependente da geração de recursos internos (investimentos mais sensíveis ao fluxo de caixa). Entretanto, ao reconhecer a existência de características distintas entre as fontes de financiamento disponíveis, é possível que a restrição financeira sofrida pelas empresas possa ser diferente conforme a fonte de crédito utilizada pela empresa O que se questiona neste estudo é se as principais fontes de financiamento utilizadas pelas empresas são capazes de reduzir a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa e, consequentemente, a restrição financeira das firmas. Para responder a esta pergunta, o estudo contou com uma amostra de 153 companhias do setor industrial, tanto de capital aberto quanto de capital fechado, que foi subdividida entre firmas restritas financeiramente e não restritas (pelos critérios tamanho e rating). O modelo escolhido como base para as análises foi o de sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa, comumente utilizado em pesquisas que tratam de restrição financeira. Após as estimações, alguns resultados persistiram, a saber: i) a sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa verificada para as empresas consideradas financeiramente restritas; ii) a relação não significativa entre as variáveis representativas do crédito bancário e subsidiado sobre a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade do investimento ao fluxo de caixa) e iii) a relação negativa e significante entre a participação moderada da dívida de mercado de capitais e a restrição financeira das empresas restritas (sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa). Análises adicionais mostraram que as empresas que possuem participação moderada da dívida de mercado de capitais, em geral, têm maior heterogeneidade em sua estrutura de dívida, ou seja, acessam diferentes fontes de financiamento. Além disso, o estudo mostrou que as empresas que possuem acesso às diferentes fontes de financiamento aumentam seus investimentos nos períodos em que apresentam resultados adversos (queda do lucro ou, até mesmo, prejuízo contábil). Ao atingir resultados superiores nos exercícios subsequentes, essas empresas, em média, reduzem o volume de investimento. Tal comportamento explica, portanto, a sensibilidade negativa do investimento ao fluxo de caixa.

Atualização do site

  • Atualizado em: 13 Dezembro 2019, 18:58:35.