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   COOPERATIVAS FAMILIARES GANHAM

              SELO DE IDENTIFICAÇÃO


Onze associações e cooperativas familiares ganharam a permissão de uso do Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar (SIPAF), também conhecido como Selo da Agricultura Familiar. Entre as mais novas organizações está a Cooperativa de Comercialização Solidária Xique Xique (Cooperxique), do Rio Grande do Norte, e a Cooperativa dos Produtores Rurais Entre Serras e Águas, de Minas Gerais. Já a Cooperativa Central Aurora Alimentos, de Santa Catarina, renovou sua permissão de uso do SIPAF.

Atualmente, 308 cooperativas e associações, além de 69 empresas possuem o selo. E 584 agricultores têm a concessão individualmente. Mais de 108 mil agricultores familiares são beneficiados com o uso do selo que dá visibilidade às empresas e aos empreendimentos que promovem a inclusão econômica e social dos agricultores, gerando empregos e renda no campo.

O selo pode ser encontrado em mais de nove mil produtos – verduras, legumes, polpas de frutas, geleias, grãos e laticínios, entre outros, inclusive produtos artesanais não alimentícios.

“Com o selo, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) tem o objetivo de posicionar melhor os produtos da agricultura familiar no mercado e promover a valorização da atividade como segmento fundamental para o desenvolvimento econômico e social do País”, explica o diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor (DGRAV), da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA, o­naur Ruano. “Tornar visível a participação dos produtos da agricultura familiar no mercado fortalece sua identidade, permitindo seu reconhecimento pelo consumidor que o valoriza cada vez mais”, acrescenta.

O selo foi criado em 2009 e identifica produtos da agricultura familiar, fortalecendo a identidade social do setor perante os consumidores, informando e divulgando sua presença significativa na produção de alimentos, bebidas e artesanatos. A validade do selo é de cinco anos, podendo ser renovado.

Saiba mais

Para quem consome, o SIPAF dá a certeza da origem do produto: da agricultura familiar. Para quem produz, o selo é um instrumento de agregação de valor, uma vez que o produto da agricultura familiar contém requisitos cada vez mais exigidos pelos consumidores: sustentabilidade; responsabilidade social; responsabilidade ambiental; valorização da cultura local; valorização da produção regional; que geram trabalho, renda e, consequentemente, desenvolvimento local sustentável.

Os interessados em receber permissão para usar o Selo em seus produtos deverão encaminhar para a Secretaria da Agricultura Familiar do MDA a cópia do documento de inscrição no CNPJ do Ministério da Fazenda (quando pessoa jurídica), uma carta de solicitação, proposta de obtenção do selo e declaração do cumprimento das exigências legais. Confira os detalhes sobre a documentação e procedimento de envio.





Fonte: Portal Brasil em 04/06/2014





                       Ministro da Agricultura apresenta

                              PAP  2014/15 no Sicoob


  

"O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, apresentará o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2014/15 na abertura do workshop sobre crédito rural, que será realizado nos dias 5 e 6/6, no Centro Corporativo Sicoob (CCS), em Brasília (DF).
O evento também contará com a presença de outras autoridades do órgão entre elas a secretária de Produção e Agroenergia, Cleide Edvirges Laia, o diretor do departamento de Café, Jânio Zeferino da Silva, o secretário de Política Agrícola, Seneri Paludo, o diretor do departamento de Cana-de-Açúcar, Fernando José Sales, além do diretor do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção do Ministério do Desenvolvimento Agrário, João Luiz Guadagnin e o gerente de Regulação e Controle das Operações Rurais do Banco Central do Brasil, Deoclécio Pereira de Souza.
O workshop apresentará paineis sobre seguro rural, perspectivas para o café, cana-de-açúcar e agroenergia no Plano Safra 2014/2015, agricultura familiar, perspectivas de mercado, aspectos de controle e fiscalização do BC e aspectos operacionais do crédito rural para os executivos das cooperativas do Sicoob.
Serviço:
Data: 5 e 6/6/2014 (quinta e sexta) Horário: 14h às 17h30 (5/6) e 8h30 às 12h30 (6/6) Local: Auditório do Centro Corporativo Sicoob (CCS) - SIG, Quadra 6, Lote 2080, Brasília (DF).
Sobre o Sicoob

O Sicoob é maior instituição financeira cooperativa do país com mais de 2,6 milhões de associados. É composto por uma rede de cooperativas singulares filiadas, cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias, provedoras de produtos e serviços especializados como contas-correntes, seguros, empréstimos, cartões, consórcio, investimentos (poupança, previdência privada e aplicações diversas) com taxas e juros mais acessíveis. As cooperativas do Sicoob têm como principal objetivo a prestação de serviços aos seus cooperados, que também são donos do negócio. Além disso, os cooperados têm direito a voto nas decisões e participam da distribuição das sobras (lucro) da instituição. Os resultados de todos os investimentos gerados pelas cooperativas do Sistema retornam para as regiões de atuação das mesmas, o que proporciona o desenvolvimento e sustentabilidade das comunidades. O Sicoob possui a sexta maior rede de atendimento entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,2 mil pontos distribuídos em todo o Brasil e está presente em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal."

Fonte: Press Comunicação Empresarial em 04/06/2014




  


      Cooperativas familiares ganham selo

                       de identificação
      




Onze associações e cooperativas familiares ganharam a permissão de uso do Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar (SIPAF), também conhecido como Selo da Agricultura Familiar. Entre as mais novas organizações está a Cooperativa de Comercialização Solidária Xique Xique (Cooperxique), do Rio Grande do Norte, e a Cooperativa dos Produtores Rurais Entre Serras e Águas, de Minas Gerais. Já a Cooperativa Central Aurora Alimentos, de Santa Catarina, renovou sua permissão de uso do SIPAF.

Atualmente, 308 cooperativas e associações, além de 69 empresas possuem o selo. E 584 agricultores têm a concessão individualmente. Mais de 108 mil agricultores familiares são beneficiados com o uso do selo que dá visibilidade às empresas e aos empreendimentos que promovem a inclusão econômica e social dos agricultores, gerando empregos e renda no campo.

O selo pode ser encontrado em mais de nove mil produtos – verduras, legumes, polpas de frutas, geleias, grãos e laticínios, entre outros, inclusive produtos artesanais não alimentícios.

“Com o selo, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) tem o objetivo de posicionar melhor os produtos da agricultura familiar no mercado e promover a valorização da atividade como segmento fundamental para o desenvolvimento econômico e social do País”, explica o diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor (DGRAV), da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA, o­naur Ruano. “Tornar visível a participação dos produtos da agricultura familiar no mercado fortalece sua identidade, permitindo seu reconhecimento pelo consumidor que o valoriza cada vez mais”, acrescenta.

O selo foi criado em 2009 e identifica produtos da agricultura familiar, fortalecendo a identidade social do setor perante os consumidores, informando e divulgando sua presença significativa na produção de alimentos, bebidas e artesanatos. A validade do selo é de cinco anos, podendo ser renovado.

Saiba mais

Para quem consome, o SIPAF dá a certeza da origem do produto: da agricultura familiar. Para quem produz, o selo é um instrumento de agregação de valor, uma vez que o produto da agricultura familiar contém requisitos cada vez mais exigidos pelos consumidores: sustentabilidade; responsabilidade social; responsabilidade ambiental; valorização da cultura local; valorização da produção regional; que geram trabalho, renda e, consequentemente, desenvolvimento local sustentável.

Os interessados em receber permissão para usar o Selo em seus produtos deverão encaminhar para a Secretaria da Agricultura Familiar do MDA a cópia do documento de inscrição no CNPJ do Ministério da Fazenda (quando pessoa jurídica), uma carta de solicitação, proposta de obtenção do selo e declaração do cumprimento das exigências legais. Confira os detalhes sobre a documentação e procedimento de envio.

Fonte: Portal Brasil em 04/06/2014"






Dia dos Namorados ganha campanha promocional na COOP



Em razão do Dia dos Namorados, a Coop – Cooperativa de Consumo estará com uma série de promoções especiais no período de 25 de maio a 12 de junho em toda a sua rede de distribuição.

A expectativa é elevar entre 8 e 10% o fornecimento nas categorias de eletroportáteis, têxtil e bazar e para isso, a Cooperativa também está apostando nas condições especiais de pagamento.  Durante esse período, todas as aquisições de produtos dessas categorias poderão ser pagas em até 12 vezes sem juros no Cartão Coop Fácil Visa.

Acompanhando sua linha estratégica de divulgação, adotada há mais de um ano, a campanha Surpresas de Amor. Presentes na Coop, também traz cooperados como personagens reais das peças publicitárias. 

Atualmente a Coop é considerada a maior cooperativa de consumo da América Latina; figura na 13ª posição do ranking da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), possui cerca de 5,9 mil colaboradores diretos, 28 unidades de distribuição - 21 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e uma em Tatuí, além de três postos de combustíveis e duas drogarias externas. Em 2013 a Cooperativa fechou o exercício com fornecimento bruto de R$ 1,967 bilhão e para este ano, foram anunciados investimentos da ordem de R$ 123,5 milhões.

Fonte:MP & Rossi Comunicações/Marli Popolin em 03/06/2014




"Dilma: 'Temos muitas novidades para a agricultura familiar' "



Em sua coluna semana, nesta terça-feira (3), a presidenta Dilma abordou as novidades para a agricultura familiar com o lançamento do Plano Agrícola e Pecuário para a safra 2014/2015.

Segundo a presidenta,  nunca houve um volume tão grande de recursos para a agricultura familiar na história do Brasil. Dilma citou ainda o recém assinado decreto que regulamenta a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), que garante aos agricultores familiares mais acesso a técnicas que aumentem a produtividade de seu trabalho, e, como consequência, sua renda.

Confira a coluna na íntegra:

Na semana passada, lançamos o Plano Safra 2014/2015 para a Agricultura Familiar que traz ótimas novidades. Para a safra que começa no dia 1º de julho, colocamos R$ 24,1 bilhões para financiar a atividade de milhões de brasileiras e brasileiros que vivem da Agricultura Familiar. Nunca houve um volume tão grande de recursos para essa área na história do Brasil. Se compararmos com o aplicado na safra de 2002/2003, no início do governo Lula, o valor de hoje é dez vezes maior. Os recursos podem ser utilizados, por exemplo, para o custeio da safra, para comprar sementes e adubo, para pagar o combustível das máquinas; para investir em novas máquinas e novos equipamentos agrícolas, e, assim, modernizar as pequenas propriedades rurais e produzir alimentos de forma sustentável. Uma coisa importante é que as taxas de juros continuam as mesmas da safra passada, entre 0,5% e 3,5% ao ano para o agricultor, e, no máximo, 4% para as cooperativas. Além disso, os agricultores familiares contarão com um seguro, o Proagro, ainda mais eficiente, pois a cobertura do seguro vai ter como base a renda que o agricultor espera receber e não o custo da produção. Vamos garantir 80% da renda bruta esperada, com limite de cobertura de R$ 20mil, além do valor financiado.

Outra novidade desse plano é o Pronaf Produção Orientada para o agricultor financiar a produção sustentável de alimentos saudáveis nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Com essa nova linha de crédito, pode ser financiada a produção agroflorestal, a baseada na agroecologia, como, por exemplo, hortaliças em cultivo protegido sem uso de agrotóxicos, a melhoria na criação de aves e suínos e automação na produção de leite, garantindo melhor controle sanitário. Os agricultores poderão tomar até R$ 40 mil de financiamento nesta linha de crédito e, se estiverem em dia com o pagamento desse crédito, terão assistência técnica de graça.

Outra novidade é que assinei o decreto que regulamenta a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) para garantir aos agricultores familiares mais acesso a técnicas que aumentem a produtividade de seu trabalho, e, como consequência, sua renda. A Anater vai atuar em parceria com a Embrapa e com outras instituições de pesquisa para que todas as agricultoras e os agricultores tenham oportunidade de incorporar a melhor tecnologia existente, promovendo o desenvolvimento sustentável no campo.

Na próxima safra, 800 mil agricultores familiares vão receber assistência da Anater e o nosso objetivo é que a metade dessa meta seja cumprida com o atendimento às nossas agricultoras familiares.

Neste Plano Safra reservamos R$ 12 bilhões para financiar a compra de máquinas e equipamentos. São tratores, colheitadeiras,sistema de resfriamento de leite, sistemas de irrigação, aquisição de animais e pequenas reformas nas propriedades. Com o apoio do governo, nos últimos doze anos o investimento em máquinas e equipamentos da nossa Agricultura Familiar saltou de R$ 80 milhões para R$ 4,5 bilhões.

O Plano Safra 2014/2015 tem novidades também para os assentados da reforma agrária. Uma delas é que as dívidas de 945 mil famílias assentadas serão renegociadas, o que lhes permitirá tomar novos créditos e, assim, voltar a produzir. Outra novidade é um crédito de R$ 1,6 bilhão para os novos assentados da reforma agrária. Com esses recursos, eles terão acesso a crédito para se instalar, ao microcrédito para produção, e, a partir daí, o acesso às linhas normais de financiamento. Criamos o Cartão do Assentado, que facilita o acesso desses agricultores ao crédito e à assistência técnica.

Lançamos, pela segunda vez, um Plano Safra específico para financiar a produção no Semiárido. A população dessa região enfrenta o desafio da convivência com a seca, que, mais forte ou mais fraca em alguns anos, está sempre presente como uma possibilidade. Neste momento, estamos saindo de um das piores secas dos últimos 50 anos, cujos efeitos poderiam ter sido mais devastadores não fosse a rede de proteção social criada pelo governo, como o Bolsa Estiagem, e o Bolsa Família, e os demais programas federais. Implantamos cisternas em toda a região: no governo Lula foram 350 mil; no meu governo, mais 750 mil. Além disso, sob coordenação do Exército Brasileiro, distribuímos água utilizando caminhões pipa.

No novo Plano Safra do Semiárido, reservamos R$ 4,6 bilhões para financiar o custeio e os investimentos dos produtores da região. Aumentamos de R$ 3,5 mil para R$ 4 mil o AgroAmigo, microcrédito concedido pelo Banco do Nordeste. Ampliamos  a cobertura do Garantia Safra, seguro que se mostrou muito efetivo durante a seca, para 1,35 milhão de famílias. Apoiar o agricultor familiar, dar-lhe assistência técnica e crédito significa garantir que ele se transforme no verdadeiro protagonista do desenvolvimento do semiárido.

Fonte:Portal Brasilem03/06/2014

 
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